Uma semana corrida!

Essa semana passada foi uma semana de experiências para mim. Muita correria, sem tempo pra nada, como vocês puderam ver, não teve nenhum post essa semana passada. Desculpa aos leitores que gostam desse blog e sempre visitam mas que infelizmente não tiveram nenhum conteúdo esses últimos dias.

Pra começa, ontém, sábado, fez uma semana que começei a trampar! È meu primeiro emprego, na carteira né, já trabalhei em algumas outras pouquíssimas coisas. Acho que todo mundo tinha que começa a trabalha nessa idade ou até mais cedo, com uns 13 pra 14 anos, hoje, já vejo que é a hora. Trabalha não é só bom por causa do dinheiro, ainda mais quando se ganha bem, mas também para você pessoalmente, para o seu desenvolvimento com outras pessoas, na sociedade, tem tantas coisas que você aprende trabalhando.

De várias pessoas, pelo menos homens, o primeiro emprego é de entregador, ou de jornal, ou do mercado, ou da pizzaria, ou de sei lá o que. Esse foi o meu caso. Trabalho no jornal aqui da minha cidade, jornal “O Diário”. Bom, lá eu faço, de manha, entraga, entrego jornal né, até as 11 da manhã, aliás, acordo 15 pras 4 da manhã, muito foda. Quando termino de entregar o jornal, começo a fazer cobrança, se ainda não for 11 horas, depois das 11 vou almoçar e só volto ás 13:00 hs. E de tarde é só cobrança que eu faço, até as três. Descrevendo aqui, parece simples, mas não é!

Você já se imaginou ficar andando de bicicleta o dia inteiro pra lá e pra cá? Nossa senhora, cansa muito. Enquanto tô andando e trabalhando, dói as coxas e depois quando paro e descanço começa a duer o tornozelo. Tem dias quando acordo de manhã cedo e quase não consigo ir pro banheiro tomá banho. Nunca pensei que trampa era tão foda assim. Ah, e essa semana também começou minhas aulas, começou segunda. Primeiro dia de aula todo mundo deve saber como é, né? Ao menos que você nunca estudou, que eu não creio, pois senão, não estaria lendo isso aqui, pois seria analfabeto. Ah, mas esse ano tô achando a escola bem melhor, os professores de noite, eu estudo de noite né, porque trabalho de dia, até são bem animados, pelo menos na primeira semana. Teve bastante dinâmicas, brincadeiras, as primeiras aulas a gente não faz nada! :P

Tô fazendo o 1º ano do ensino médio, não sei ainda se é muito puxado, mas deve ser, além do mais, tem mais matérias, muita coisa nova! Minha vida mudou muito nessa semana, começei a trabalha, começou minhas aulas, ensino médio já, só mais três anos. Sem dúvida essa correria toda vai valer a pena pra mim no futuro, no começo é cansativo assim mesmo, mas tudo dá certo. Gente, esse é o motivo da minha ausência aqui no blog, pretendo começar a postar denovo, porque isso é umas das coisas que mais gosto também. Amo ter esse blog, mesmo que não tenha leitores, mas adoro. Só de saber que existe. Povo, até o próximo post, que espero que não demore muito!

Blog da Semana: Yeah!

O Blog da Semana! dessa semana que se passa, dessa vez achei através do Pop up!, isso mesmo, o blog da semana passada, que eu escolhi. Dessa vez o blog é sobre um assunto muito interessante, pelo menos pra quem gosta de ler, é sobre Jornalismo Cultural, mas calma, esse não é o nome do blog, Yeah!, esse é o nome.

Yeah!

Vamos falar sobre o autor do blog primeiro. O nome do cara é João Paulo Alvim Mauler, nome grande, hein? O Paulo é jornalista formado, mora em Juiz de Fora/MG. As paixões dele são música, cinema, TV e internet, claro.

Agora, sobre o blog. O Yeah! fala sobre os assuntos que mais gosto, como: cultura pop, em especial música, cinema e TV. Fala sério, quem não assiste TV? Então, se você não viu aquele seu programa que você nunca deixa de ver, porque não pode ou porque seu irmão chato coloco em outro canal, visite o Yeah!. O blog existe desde Outubro de 2007 e tem seções (categorias para cada post), dentre as principais, sobre bastidores, cinema, música, TV e vídeos.

 Sabe, as vezes até mesmo blogs, como esse, falam melhor, apresentam melhor assuntos como esse, pelo menos na minha opnião. Na TV você não pode interagir como pode em um blog, você pode comenta no blog, fala o que é que achou do tal post, e na TV não, as vezes sim, tem programas que abrem ao público o direito da voz, né? Mas a maioria, pelo menos canais que eu assisto, nos programas, as pessoas ligam, quando é aberto ao público ao possibilidade, pra participar de provas ao vivo pra ganha dinheiro.

Voltando ao assunto, se você quer receber atualizações do Yeah!, assine o feed e fique atualizado! E, caso queira, para entra em contato com o Paulo, é só manda um e-mail para: editor@yeahjf.com.

Isso te dá dor de cabeça?

Dor de cabeca

Hum??

Música, música, música

Música é um assunto muito bom e interessante de se falar. Tem muitos assuntos dentro da música para se falar. Agora, vamos falar, ou melhor, vamos criticar.

Pirataria

Criticar sobre aquelas pessoas que fazem pirataria. Esse assunto sempre quis falar aqui no blog. Sinceramente, eu não me sinto a vontade se for compra um CD de uma banda que eu gosto, sendo que o CD é pirata. Claro, é muito mais barato, e também tem todas as músicas que o original, mas não é a mesma coisa. Que dizer, é a mesma coisa, materialmente falando, mas não é a mesma coisa que ouvi as músicas da sua banda que você ama num CD original.

Tem gente que vive disso, também não quero que a pirataria acabe já, neste momento. Condeno porque, eu nunca tive uma banda e nem sei se vou ter, mas posso imagina os integrantes das bandas como eles devem ficar chateado, sabendo que o CD que eles tanto lutaram pra grava e lança, e depois que começaram a fazer sucesso, já tem um monte de CD por aí pirata.

Por estar falando desse assunto meio chato, fui escrevendo o post e tive uma ideia. Tipo assim, as pessoas, as que gostam da mesma banda ou mesmo estilo musical, poderiam se juntar e discutir, aí elas combinavam e compravam um CD original, ou também DVD, não é só CD que se encontra por aí pirata, aliás, eu vejo mais DVD pirata do que CD, DVD a procura é maior. O problema é que ia dar brigas, né? Um ia querer ficar com o CD no sábado e o outro também, porque não tem tempo nos outros dias pra ouvir, blábláblá!

Mas era só combinar um horário, determinado tempo que a tal pessoa ia ficar com o CD, depois passava para o próximo, antes de comprar, quem descordasse, não participava da vaquinha. E claro, conservar o CD ou DVD. Acho essa uma boa ideia. Mas aqui na cidade que eu moro, interior, afastado do mundo, acho que ninguém curte as músicas que eu curto.

E também o governo tinha que ser mais rígido com esse problema, porque devem ser milhões circulando sem nenhuma permissão. Um prejuízo enorme pra algumas pessoas, e, conseqüêntemente, uma “bolada” para outras.

Bom, citei duas maneiras de tentar, pelo menos, diminuir isso. Claro que você não deve se julgar e a partir de agora compra só CD original, só se você tiver condições, que não é o caso da maioria das pessoas. Mas uma coisa deve ficar clara, todos devemos ser contra a pirataria!

Que final de semana é esse?

Não sei na cidade de vocês, mas aqui não tem absolutamente nada pra fazer!

Aliás, por usar essa expressão… na verdade odeio quando falam: “Não tem nada pra fazer.” Porque nada é mesmo que zero. Então não ter nada pra fazer é o mesmo que ter muitas coisas pra fazer, né? Eu acho. Mas, dizer: “Não tenho tudo pra fazer.” é muito esquisito, você não acha? Então, vamos continuar todos assim do jeito que estamos e falar mesmo “Não tem nada pra fazer.

Post idiota, né? Tava na net, daí lembrei daquela propaganda que passa na MTV, o comercial do Gengibre. Aí, eu sempre queria entrar nesse site, mas nunca lembrava, daí fui logo e entrei, porque senão podia esquecer, questão de segundos, véi. Achei bacana o site, muito interessante, pros jovens, talvez minha vó tá aliviando a garganta lá, vai saber. Isso não é o Blog da Semana. Me cadastrei no “trem” (morei em Goiás uns 5 anos) e fiz minha gravação, quando você se cadastra você pode fazer gravações com sua voz, e fala o que quiser…

Pra começar, calibrei a voz uai, COFF COFF! Ouve lá!

Blog da Semana: Pop up!

 Pop up!

 Na estreia do Blog da Semana!, pensei muito, analisei e finalmente decidi que ia estreia com o Pop up!

Como você vê aí em cima, na imagem, um blog que fala, muito bem, de música e cultura. Conheci o Pop up! através de um outro blog, que também sou muito fã e que, não vai demora muito, vai estar no Blog da Semana! Achei o nome legal, aposto que você também achou, não? E cliquei, que é o que mais faço na Internet.

O autor do blog é o meu amigo Bruno Nogueira, jornalista, formado em 2004, nasceu em 82, mora em Recife, PE. A história do blog dele, segundo está lá no blog, começou quando ele estava trabalhando pro Jornal do Commercio escrevendo sobre cultura para o portal JC OnLine, descobrindo que tinha um grande espaço para a cobertura local da música, conseqüêntemente, com o pouco espaço[2] dado para as bandas novas lá da região. De lá foi para outro jornal, e, assim, crescendo, já como um crítico (o que sonho ser um dia, também).

Colaborou, escreveu com muitos jornais e revistas, deu uma de apresentador de rádio, e ainda foi convidado para representar o Pernambuco no projeto que hoje é o Overmundo. Saiu do jornal em 2008 e foi convidado para fazer curadoria das bandas independentes da 16ª edição do festival Abril Pro Rock e cuidar da assessoria de imprensa do evento. Depois disso tudo, voltou a escrever sobre música enfocado na cena independente do país.

Agora vamos falar mais sobre o blog. O sistema de post, atualização de post, é mais ou menos assim:

Segunda: Podcast Nordeste Independente

Terça: Coluna

Quarta: Novas Bandas do Recife

Quinta: Discos

Sexta: Agenda

Sábado e Domingo: Coberturas

Claro, isso não é uma regra. Aliás, as regras foram feitas para serem quebradas! Para saber sobre o que fala, por exemplo, na quarta, Novas Bandas do Recife, vá até essa página.
Um trabalho que o Bruno fez, muito bom, sobre a indústria da música, a cadeia produtiva, que eu li e gostei muito, muito interessante, te aconselho a ler. Ah, e se vocês quiserem conhecer o Bruno melhor é só mandar um e-mail para ele que ele irá responder, com certeza: bnogueira@gmail.com.

Bem, esse foi o primeiro Blog da Semana! de muitos, eu espero, humilde mas esforçado. Fique ligado nas próximas semanas. Ah, e talvez eu consiga uma entrevista com ele, o Bruno, tô vendo ainda…

Festivais, festivais, festivais!

Resolvi me atualizar e atualiza-los! Consegui me atualizar graças a um blog muito maneiro que fala de música, visitem, o Pop up! Por isso, fiz esse post com o resumo dos principais festivais que acontecem no país! Prometo que a descrição de cada festival vai ter apenas dois parágrafos só! Mas, claro, bem explicado, para você ter mais conhecimento dos festivais que acontecem por aí.

 

Abril Pro Rock | PE

 

Um dos mais antigos e importantes festivais de música independentes do país. Idealizado em 1992, o evento foi fio condutor para o movimento manguebit, que lançou bandas como Chico Science, Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Já trouxe para a cidade nomes como Placebo, The New York Dolls, Bad Brains, Marky Ramone, Sepultura, Mutantes, além de ter lançado novos nomes locais como Volver, Vamoz e Amp. É filiado à Abrafin.

Acontece sempre em três dias. Um deles geralmente dedicado a bandas de heavy metal, grande público do festival. Em sua edição de 2008, mudou de lugar pela terceira vez, saindo do Centro de Convenções e passando a acontecer no Chevrolet Hall.

Produção: [ Astronave Iniciativas Culturais ]

 

Bananada | GO

 

O segundo, e mais novo, festival produzido pela Monstro Discos, de Goiânia. Em 2008 o Bananada completou 10 anos definindo sua programação apenas com bandas novatas. As atrações do evento são as próprias bandas da cidade, como Violins, Mechanics e MQN. Já lançou no circuito nomes como Curumim, Cérebro Eletrônico e Mallu Magalhães. É filiado à Abrafin.

Acontece durante três dias no Centro Cultural Martim Cererê. Costuma ter o número gigantesco de 42 bandas, numa maratona que não é delimitada por gêneros. Numa noite você pode ver uma banda folk e outra de noise.

Produção: [ Monstro Discos ]

 

Boombahia | BA

 

Principal festival de rock de Salvador – por lá também tem o Palco do Rock – chegou a passar quase 10 anos parado entre a segunda e terceira edição. Em seu novo formato, é um grande valorizador da forte cultura de festas da cidade e sempre intercala bandas com DJs locais. Passaram por lá Wander Wildner, Cascadura, Retrofoguetes e os DJs El Cabong, Janocide, Novelli, Bhramz, etc. É filiado à Abrafin.

Acontece durante dois dias na praça Teresa Batista, no Pelourinho. Mistura os shows com feiras de moda e exposições. Recebe uma média 5 mil pessoas para ver cerca de 20 DJs e 13 bandas.

Produção: [ Aparelho Cultural/Bit Media ]

 

Calango | MT

 

Também chamado de Festival Calango de Artes Integradas, é considerado um dos mais importantes do circuito independente do país. Principalmente após algumas das novas bandas mais relevantes do país virem da região do Mato Grosso, como Vanguart e Macaco Bong. Já levou as bandas Cabaret, Terminal Guadalupe e Debate ao centro-oeste do país, além de dar destaque a cena local na imprensa especializada de todo o país. É filiado à Abrafin.

Por ser articulado por uma cooperativa, o Calango acontece durante dois meses inteiros. Começa com ações de formação de público nas escolas e palestras direcionadas, encerrando com três dias de shows.

Produção: [ Espaço Cubo ]

 

Demo Sul | PR

 

Criado em 2001 com a vontade de colocar a cidade de Londrina no mapa do rock nacional. Além dos shows, organiza o Simpósio de Música Independente, com debates e conferências entre profissionais da área. Sua programação já trouxe nomes como Rogério Skylab, Edgard Scandurra e Forgotten Boys. Aproveita para descentralizar a produção do Paraná para além de Curitiba, com bandas de várias regiões vizinhas. É filiado à Abrafin.

São três dias de shows na Chacara Lima, Estrada do Limoeiro, com uma média de nove bandas por dia. O festival sempre lança um CD com músicas das bandas que tocaram que recebe divulgação nacional.

Produção: [ Braço Direito ]

 

Dosol | RN

 

Apesar do pouco tempo de vida – começou em 2005 – o festival DoSol já é um dos mais respeitados do circuito independente. Mérito de um produtor que conseguiu realizar uma edição inteira sem patrocínio nenhum. O foco é estritamente bandas independentes, inclusive entre as atrações principais. Encerram as noites nomes como Mundo Livre S/A, Matanza, Autoramas e Rock Rocket. Além do amplo espaço a cena local, que compõe boa parte da programação. É filiado a Abrafin.

O festival dura três dias, com cerca de 40 bandas na programação inteira. Traz para o Nordeste o modelo do Bananada e, no lugar de grandes palcos, ocupa duas áreas fechadas, dentro de uma maior de circulação.

Produção: [ DoSol ]

 

Eletronika | MG

 

Começou em 2000 e já trouxe atrações bem bacanas para Belo Horizonte, como Mogwai e LCD SoundSystem. Também anuncia uma nova cena de música eletrônica no país, com nomes como Boss in Drama. Foi o primeiro festival independente a incorporar festas em sua programação e, na edição 2007, recebeu a paulista Gente Bonita. É filiado à Abrafin.

Acontece geralmente em dois dias no Chevrolet Hall e Roxy. Além dos shows, o festival também promove debates e workshops.

Produção: [ Malab ]

 

Evidente | RJ

 

Novo nome do antigo “Algumas Pessoas Tentam te Fuder”. Principal festival independente do Rio de Janeiro. É um evento que valoriza o momento ao vivo, por isso todas as bandas convidadas tocam músicas inéditas no repertório ou fazem jam sessions exclusivas e tributos, criando uma atmosfera exclusiva para o público. Já tocaram lá Mallu Magalhães, Pelvs, Jens Lekman e Grenade. É filiado à Abrafin.

Acontece em três dias, divididos em dois palcos. O Teatro Odisséia, que tem lotação de 600 pessoas, e o Cinematheque, para 200.

Produção: [ Midsummer Madness ]

 

Feira da Música | CE

 

Primeira feira de negócios do Brasil – começou em 2002 – e não tem o foco principal nos shows. O evento reúne, além de bandas e público, representantes de gravadoras, lojas de instrumentos e de música, entre outros agentes da cadeia produtiva. Traz uma programação com mais de 60 artistas, cerca de metade deles de Fortaleza. É filiado à Abrafin.

São, em média, cinco à sete dias de eventos, contando todas as ações que envolvem a feira. O foco central são as rodadas de negócios, mas também tem shows, palestras e workshops. Por ser muito grande, acontece em vários pontos de Fortaleza.

Produção: [ Prodisc ]

 

Goiânia Noise | GO

 

Um dos mais antigos e influentes festivais independetes do país. Não é difícil ver a programação de outros eventos do tipo procurarem por bandas atentas ao que se apresentou no Noise. Existe desde 1994 e fortaleceu a fama de maior cidade rockeira do país à Goiânia. Já passaram por lá Pelvs, Mundo Livre S/A, Pato Fu, Battles, Pata de Elefante, além dos principais nomes locais, como Mechanics, Johnny Suxx, MQN e Violins. É filiado à Abrafin.

São três dias de shows no Centro Cultural Oscar Nyemeier, um imponente complexo construído em Goiás. Promove debates e palestras, além de sediar uma das reuniões anuais da Abrafin.

Produção: [ Monstro Discos ]

 

Grito Rock América do Sul | BR

 

O Grito Rock não é um festival propriamente dito. É, na verdade, a reunião de vários festivais que acontecem no Brasil durante o mês de fevereiro, próximo ao Carnaval. Como uma ação integrada, ganha destaque como a maior articulação rocker a acontecer em território nacional. A enfase é principalmente na região Centro Oeste, onde estão os organizadores da idéia. É filiado à Abrafin.

Não é fácil mensurar quantos dias abrangem o Grito Rock, já que a lista de festivais participantes costuma variar a cada ano. Algumas cidades, como João Pessoa e Natal, costumam ter edições próprias do Grito, sem necessariamente estar associado a nenhum festival.

Produção: [ Fora do Eixo ]

 

Humaitá pra Peixe | RJ

 

Tradicional festival carioca que acontece desde 1993. Tem um formato diferente dos outros eventos do tipo e costuma mobilizar várias áreas da cidade, se divindo entre cerca de quatro endereços diferentes ao longo de 28 dias. São cerca de 40 bandas, com enfase na descoberta de novos talentos. Gente como Jonas Sá, Vanguart, Macaco Bong, Fino Coletivo, Maquinado e Roberta Sá passaram por lá. É filiado à Abrafin.

O festival dura quase um mês inteiro. Além dos shows, que acontem na Sala Baden Powell, Cinemathèque e Bar Mofo, tem também workshops, palestras e uma plataforma apenas para lançamentos de discos.

Produção: [ Pilastra ]

 

Jambolada | MG

 

Apesar da primeira edição ter sido ainda em 2005, o Jambolada já é considerado o maior festival independente de Minas Gerais (O Campeonato Mineiro de Surf é focado principalmente em Surf Music, enquanto esse é mais abrangente). Surgiu de uma necessidade de integrar o estado no cenário de festivais, dando mais relevâncias para que nomes locais passassem a circular nacionalmente. Já tocaram lá Nação Zumbi, Superguidis, Móveis Coloniais de Acajú e Los Porongas. Entre as locais, The Dead Lovers Twisted Hearts, Super Hi Fi e Falcatrua. É filiado à Abrafin.

São dois dias de shows no Acrópole e mais um, gratuito, na praça Sérgio Pacheco. Geralmente acontece no mês de setembro e tem também palestras e workshops.

Produção: [ Artes Ao Vivo ]

 

MADA – Música Alimento da Alma | RN

 

Mais antigo festival de Natal e considerado também um dos mais importantes do país. Acontece desde 1998 e faz uma mistura incomum – senão exclusiva – entre os festivais independentes de misturar as bandas novas com nomes do mainstream do pop nacional. Além de nomes como Superguidis, Astronautas, Columbia e Cabaret, tocaram no Mada O Rappa, Nando Reis e Paralamas do Sucesso. Tem quem torça o nariz, mas a mistura garante um público muitas vezes superior a 6 mil pessoas por dia.

São três dias de shows na Arena do Imirá, uma faixa de terra na praia do Rio Grande do Norte, que colabora para o visual único do evento. Também promove uma mostra de curtas-metragem.

Produção: Jomardo Jomas

 

Mostra Internacional de Música em Olinda | PE

 

Se formos considerar os festivais independentes livre de definições de gênero, talvez o MIMO possa ser situado com o mais imponente e refinado evento de música do país. O festival, de música instrumental de câmara, movimenta a cidade inteira de Olinda e traz artistas do mundo inteiro para se apresentar em um das 20 igrejas históricas da cidade. Uma associação entre música e turismo até então inédita, similar talvez com o que acontece no South by Southwest no Texas. Nomes como Egberto Gismonti, Isaac Karabitchev, Hamilton de Holanda e Vitor Araújo estiveram na programação. É filiado à Abrafin.

O festival dura, em média, sete dias. É organizado desde 2004, ocupando as várias igrejas históricas de Olinda. Assim, a música de câmara é apresentada em seu ambiente original. Também promove workshops e palestras.

Produção: [ Lemearte ]

 

Festival Mundo | PB

 

Apesar de ser um estado que tem tradição em exportar bons nomes da música brasileira – Cabruêra, ChicoCorrêa, Totonho e os Cabra e Zefirina Bomba, para citar alguns – ainda não tinha uma presença relevante em termos de festivais. O Festival Mundo surgiu para corrigir isso e inserir a cidade na rota dos eventos. Um ponto importante, é que João Pessoa agora passa a conectar o circuito PE – PB – RN – CE. Com enfase em destacar nomes locais, já passaram por lá Vamoz, Ecos Falsos, Star 61 e Matiz, entre outros.

São dois dias de shows no centro histórico de João Pessoa. Uma área à céu aberto, com um grande palco, numa referência bem próxima a woodstock. Além dos shows, tem palestras, workshops, feira de negócios e lounge com DJs.

Produção: [ BigBang Produções ]

 

Coquetel Molotov | PE

 

É o festival mais novo do Recife, mas o tempo não foi problema para ele ganhar tempo e se tornar um dos mais relevantes. O No Ar tem uma programação atenta a nova cena indie internacional e já trouxe para o Nordeste os shows de bandas como Teenage Fanclub e The Kills. Além de fazer a ponte nacional dando oportunidade dos recifenses assistirem Pelvs, Toni da Gatorra, Valv e Elma. Engloba também a Invasão Sueca, trazendo bandas do país para tocarem no Brasil.

São sempre dois dias de shows no teatro da Universidade Federal de Pernambuco. Antes disso, promove mostra de vídeos, exposições e debates/palestras. Na área do show também tem feirinha de moda e selos independentes.

 

Porão do Rock | DF

 

O Porão do Rock é considerado um dos maiores festivais independentes do Brasil em estrutura. Sua escolha por atrações internacionais aproxima o formato do evento aos grandes festivais corporativos de música, só que muito mais atento a cena nacional. O Porão já levou a capital do Brasil nomes como Suicidal Tendencies, Muse, Sepultura, Mudhoney, Bellrays e as nacionais Moptop, Macaco Bong, Dance of Days, Vamoz! e as locais Móveis Coloniais de Acajú, Lucy and the Popsonics e Supergalo. É filiado à Abrafin.

Acontece durante dois dias no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Promove também debates com convidados de outros estados e, todos os anos, seletiva de bandas iniciantes.

Produção: Forrock Promoções e Qu4tro – Lucas Falcão

 

Ponto.CE | CE

 

Um dos festivais mais novos do Nordeste, o Ponto.CE nasceu de carona com o potiguar DoSol. Apesar disso, sempre teve a preocupação de também montar parte exclusiva de sua programação. Existe desde 2002 e já trouxe para Fortaleza nomes como Massacration, Jason, Matanza e Violins. Das locais, passaram por lá Joseph K, Karine Alexandrino e Fossil, entre outros. É filiado à Abrafin.

São três dias de shows no Centro Cultural Dragão do Mar, com cerca de 30 bandas se apresentando em Fortaleza. Também realiza prévias com shows de bandas locais e de fora no Hey Ho Rock Bar.

 Produção: [ Hey Ho Rock Bar e Empire Records ]

 

Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe | BH

 

Você não leu errado. Não existe praia em Belo Horizonte, mas o Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe já acontece desde 2008 na cidade. Um dos eventos de música independentes mais originais do país, é focado principalmente em Surf Music e música instrumental, com abertura para outras bandas do cenário nacional. Já levou a Minas Gerais nomes como Retrofoguetes, Surfadelica, Fossil, Autoramas e Nação Zumbi, entre outros. É filiado à Abrafin.

São quatro dias de shows no bar A Obra Bar Dançante e Lapa Multishow. Também promove um ciclo de palestras batizado de “A Onda Independente”.

Produção: [ A Obra ]

 

Recbeat | PE

 

Um dos principais motivos para a diversidade do Carnaval de Pernambuco está neste festival. Desde 1995, o palco pop da folia de Momo já trouxe alguns dos momentos mais históricos da música local, como shows do Mudhoney, Karnak, Turbo Trio, além de toda geração que formou a identidade da música pernambucana. Nação Zumbi, Mundo Livre, DJ Dolores, Otto e etc, tiveram shows memoráveis no Carnaval graças ao Rec-Beat. É filiado a Abrafin.

Dura todo o Carnaval, por isso são cinco dias de shows. Apesar de já ter mudado algumas vezes de lugar, ele sempre acontece no bairro do Recife Antigo (com exeção das primeiras edições em Olinda).

Produção: [ Recbeat Produções ]

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